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22 de maio de 2016

FASCITE PLANTAR - DOR QUE INCOMODA MUITOS CORREDORES!!!

ATENÇÃO GALERA!!!
ATENDENDO A PEDIDO, FAÇO A RE-POSTAGEM DE 25 DE AGOSTO DE 2011, SOBRE FASCITE PLANTAR COMPARTILHADA PELO AMIGO CORREDOR STEMBERG LOPES.
E LOGO ABAIXO TAMBÉM, ORIENTAÇÕES DO DOUTOR MARCEL PIRES PRADO.

FASCITE PLANTAR, VOCÊ SABE O QUE É ISSO?

OLÁ AMIGOS CORREDORES, O AMIGO CORREDOR STEMBERG COMPARTILHA CONOSCO A EXPERIÊNCIA DE TRATAMENTO DA FASCITE PLANTAR,  LESÃO QUE ACOMETE  OS PÉS DE VÁRIOS CORREDORES. STEIMBERG INFORMA QUE DESDE A SÃO SILVESTRE DE 2010 FICOU IMPEDIDO DE CORRER E APENAS DIA 10 DE AGOSTO DE 2011,  PÔDE VOLTAR AS ATIVIDADES. SEGUE O RELATO DE STEMBERG:

"Consultei três profissionais médicos, sendo que apenas o terceiro fez aquele exame que nós, leigos, esperamos que um médico faça, ou seja, além de analisar radiografias, ultrassonografias, ressonâncias magnéticas, e outros, examinar os pés. Este profissional, uma médica, analisou ambos os pés, olhando-os de perto, tocando e massageando as regiões doloridas. E concluindo por um tratamento. A recomendação foi o uso de palmilhas de silicone receitadas por ela e adquiridas no Comércio local, sessões de fisioterapia, que foram 20 sessões, alongamentos, e banhos de imersão em água quente e depois o uso de uma pomada para massagear os pés. Isto todas as noites.
As dores que me impediam de correr e até pisar logo após a São Silvestre cessaram, embora ainda persista um incômodo após os treinos e longas caminhadas. Mas a médica disse que é assim mesmo e que com o tempo e o tratamento deve passar. Como pode ver, estou treinando para as 10 Milhas Garoto em 07/08 e, embora não vá estar em boa forma até lá, pois a corrida já está próxima, pretendo pelo menos concluir a prova. Para não parecer propaganda o nome da médica que acertou o tratamento passo em seguida se alguém solicitar. O remédio, por questões éticas, acho melhor que cada um veja seu caso com um médico".

Saudações,
Stemberg Lopes
ps: Conclui a 10 Milhas Garoto em tempo até bom para quem só treinou um mês 1h38min.


Outras informações sobre a fascite plantar

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MAIS INFORMAÇÕES
APROVEITO A POSTAGEM PARA COMPARTILHAR AS ORIENTAÇÕES DO DOUTOR *Marcel Pires Prado  ortopedista do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, doutor pela USP e Fellow em cirurgia do pé e tornozelo do Hospital for Special Surgery, de Nova York.

A fascia plantar é uma estrutura fibrosa, semelhante a um largo tendão, que conecta a parte mais baixa do osso do calcanhar aos tendões que ajudam os dedos dos pés a dobrarem para baixo. Sua função é estabilizar os pés durante a corrida, além de proteger a sola e manter a curvatura da parte interna da planta dos pés.
Um processo inflamatório que acomete o início da fascia – causando dores na sola dos pés e sob o calcanhar – é comum entre corredores. Esse problema é conhecido como fascite plantar. Geralmente, os incômodos são sentidos após um período de repouso, principalmente pela manhã. A dor perdura por alguns minutos e desaparece espontaneamente. No fim do dia, voltam a aparecer – dependendo das atividades realizadas. Exercícios físicos de impacto, como a corrida, provocam a piora dessa inflamação.
A fascite plantar se relaciona, principalmente, a atividades que envolvem corridas, sobretudo as de longas distâncias. Além disso, pessoas que tem os pés planos, cavos ou varos tendem a sofrer com a fascite plantar.
As principais causas para esse problema são eventuais traumas na sola do pé e o aumento da solicitação durante as atividades físicas, mas podem ocorrer sem causa determinada também. Uma avaliação médica é fundamental.
Após o diagnóstico, inicia-se o tratamento indicado pelo próprio médico. Esse profissional orienta o paciente quanto a quantidade e a intensidade da prática da corrida. Além disso, será avaliado o tipo de calçado do atleta – que pode ser um fator determinante para desencadear a fascite plantar. Alguns exercícios para cuidar, além de compressas de gelo no local da dor também são receitados.
Normalmente, é necessária a restrição – ao menos parcial – da corrida. O calçado precisar ser ideal para o tipo de pisada de cada corredor, além de contar com um solado rígido, que limita a movimentação entre os dedos e o pé. Alongamentos da musculatura da panturrilha e das estruturas da planta do pé, associadas aos exercícios de fortalecimento e reequilíbrio muscular, são importantes no tratamento.
Caso esses procedimentos não gerem a melhora desejada, é indicada uma investigação diagnóstica mais detalhada, por meio de radiografias e ressonância magnética. Desse modo, será possível identificar proeminências ósseas na planta do pé, conhecidas como esporão. A presença dessa proeminência na região do calcanhar pode ser relacionada à fascite plantar – apesar de poder se manifestar em indivíduos sem sintomas. A ressonância pode, ainda, mostrar possíveis processos inflamatórios crônicos, que causam alterações na fascia plantar.
Se em quatro meses não houver melhoras, é indicado o tratamento fisioterápico – aliado a um repouso das atividades. Controle da dor e do processo inflamatório, exercícios de alongamento, reequilíbrio muscular, treinos de marcha e de equilíbrio são executados.
Caso todos esses procedimentos não curem a fascite plantar – o que ocorrem em uma porcentagem mínima dos pacientes – há a possibilidade de realização de outras formas de tratamento. Antes disso, é necessário que o atleta seja avaliado do ponto de vista reumatológico para se afastar da presença de patologias que provocam processos inflamatórios no sistema musculoesquelético.
Quando alguma patologia reumatológica é identificada, é receitado um tratamento específico. Caso contrário, outros métodos são utilizados, como a terapia por ondas de choque e infiltrações com cortisona.
Alguns médicos realizam infiltrações com fatores de crescimento, obtido através da centrifugação do sangue do próprio paciente e separação da parte que contém as plaquetas, ricas em fatores cicatrizais. Entretanto, não existem, na literatura, trabalhos que comprovem uma real eficácia.
A última solução para curar a fascite plantar é a cirurgia. Os procedimentos existentes são a liberação da porção medial da fascia plantar – que pode ser realizada de forma convencional ou por meio de uma artroscopia.

2 comentários:

ivana. disse...

Eu já tive ... É ruim demais, amigo ... Mas é só tratar, cuidar, que tudo fica bem.

Ubiracy Rezende disse...

Luiz, estou nesse sufoco de fascite há mais de um ano e meio... Não cura de jeito nenhum... Obrigado pelo post! Bira.